Canarinhos do iFood: conheça a história de cada camisa – e de cada mundial do Brasil

Saiba qual é o significado das camisetas dos Canarinhos do iFood, a coleção de pelúcias inspirada nos cinco títulos mundiais da Seleção Brasileira.

Os Canarinhos do iFood são uma coleção especial de pelúcias inspiradas nas cinco conquistas mundiais da seleção brasileira, criadas para celebrar a torcida brasileira durante o mundial de 2026. 

Cada uma das cinco pelúcias traz um título mundial do Brasil no peito. Você conhece a história de cada um deles?

Com muito orgulho de ser brasileiro, o iFood é patrocinador oficial da Seleção Brasileira e vem contar essa história. Sua campanha ao lado da torcida combina os mascotes de pelúcia com a música “Único Penta É o Brasilzão” para homenagear nossos maiores craques e celebrar nossos cinco títulos mundiais. 

Vem com a gente para saber tudinho sobre nosso caminho de 1958 até o penta!

Canarinho de branco – camisa 58

Canarinho de branco: a primeira camisa do Brasil

A primeira pelúcia dos Canarinhos do iFood é a única a vestir a camiseta branca que foi a primeira que a nossa seleção vestiu. Sim, antes da famosa verde e amarela, o uniforme principal da seleção era branco, geralmente com detalhes em azul. 

Foi com essa camisa que o Brasil disputou torneios importantes das décadas de 1930, 1940 e o mundial de 1950, incluindo a derrota na final no Maracanã contra o Uruguai, episódio que ficou conhecido como “Maracanazo”.

Em 1958, a seleção disputou a final com o uniforme azul, porque a Suécia, nossa adversária, usava o amarelo em sua camiseta principal. A cor foi escolhida em homenagem ao manto da padroeira do Brasil, Nossa Senhora de Aparecida. Deu bom: sapecamos 5 x 2 e trouxemos para casa nosso primeiro título.

No primeiro verso da música “O Único Penta É o Brasilzão”, a estrela é um garoto de apenas 17 anos, chamado Pelé. Isso porque foi no mundial de 58 que ele apareceu para o planeta. 

O jovem atacante não era apenas uma promessa: ele virou protagonista. Marcou seis gols, incluindo dois na final contra a Suécia, e ajudou a Seleção a levantar sua primeira taça internacional.

Foi ali que nasceu o mito. O mundo conheceu Pelé, e o Brasil descobriu que podia, sim, ser campeão.

Canarinho de verde – camisa 62

Canarinho de verde: o bi em 1962

Quatro anos depois, no Chile, o Brasil repetiu a dose e foi bicampeão. É esse ano, 62, que o canarinho de verde representa na coleção de pelúcias do iFood.

Oficialmente, a Seleção Brasileira nunca teve um uniforme oficial da cor verde, que em geral está presente nos detalhes, como a gola e o punho da nossa camisa.

No ano no bi, o grande nome foi o nosso Garrincha – o Mané do qual a música “O Único Penta É o Brasilzão” fala. Com seus dribles imprevisíveis, pernas tortas e talento absurdo, ele carregou a equipe em momentos decisivos.

Pelé, que já era craque, até começou jogando o torneio, mas se lesionou cedo. Foi Garrincha quem assumiu o protagonismo, desequilibrou jogos importantes e comandou a campanha do bicampeonato.

Ele fez quatro gols que não poderiam ser mais importantes: 2 contra a Inglaterra, nas quartas de final (na vitória por 3 a 1) e 2 contra o Chile, na semifinal, na vitória por 4 a 2.

Ao lado dele estava Amarildo, “O Possesso”, que fez 3 gols na competição e marcou um dos gols da final, que o Brasil venceu de virada: 3 x 1 contra a Tchecoslováquia – e mais uma taça era nossa.

Canarinho de amarelo – camisa 70

Canarinho de amarelo: “primeiro a ser tricampeão!”

Chegamos a 1970, no México. O Brasil vem com uma seleção que muitos fãs de futebol consideram o melhor da história.

Era praticamente um elenco de videogame antes mesmo de existir videogame: Pelé, Jairzinho, Tostão, Rivelino e Carlos Alberto Torres, entre outros.

Por isso a música da campanha fala em “esquadrão”. Não havia um único herói, mas uma seleção inteira jogando em altíssimo nível. O Brasil venceu todos os jogos e se tornou o primeiro país tricampeão mundial com uma vitória de 4 x 1 sobre a Itália.

Esse mundial teve outra novidade: foi o primeiro a ser transmitido em cores pela televisão. Então todo mundo viu brilhar, com toda a intensidade, a camiseta amarela que o canarinho de 70 está vestindo.

Canarinho de azul – camisa 94

Canarinho de azul: é teeeetraaaaa!

Depois de um jejum de 24 anos – e muita ansiedade coletiva – veio o mundial de 1994, realizado nos Estados Unidos.

E aí não teve discussão: o dono do torneio foi o atacante Romário. Com faro de gol, confiança de sobra e aquela clássica marra de quem já sabia que resolveria, o atacante foi decisivo do começo ao fim. 

O “baixinho” marcou cinco gols e liderou a equipe rumo ao tetracampeonato. Jogando com a camiseta azul que o canarinho de 94 ostenta, Romário protagonizou um dos lances mais incríveis da história das Copas. 

Nas quartas de final contra a Holanda, jogo tenso, 2 x 2, falta para o Brasil. O lateral-esquerdo Branco se prepara para cobrar uma falta com potência aos 35 minutos do segundo tempo. O chute sai certeiro, direto pro gol. 

O que só o replay mostrou foi que Romário, dentro da área, percebendo que a bola bateria nele, deu uma leve desviada de bumbum, deixando o caminho livre para o petardo de Branco morrer no fundo das redes.

Daí, tava sacramentado: com mais gols de Romário, o Brasil seria também o primeiro tetracampeão do mundo ao vencer, nos pênaltis, mais uma final contra a Itália.

Canarinho de amarelo – camisa 02

Canarinho de amarelo de novo: um penta fenomenal

Em 2002, no Japão e na Coreia do Sul, foi a vez da redenção de Ronaldo, o nosso “Fenômeno”.

Depois de lesões graves e muitas dúvidas sobre seu retorno ao mais alto nível, o atacante chegou desacreditado por alguns. Saiu consagrado por todos.

Com incríveis oito gols no torneio – incluindo os dois da final contra a Alemanha –, Ronaldo foi o grande nome da nossa campanha no mundial. 

E o canarinho do iFood está de amarelo porque nesse mundial a seleção brasileira jogou todos os jogos com essa camisa. Foi com ela que o capitão Cafu levantou a taça na cena icônica que representa mais uma glória da nossa seleção: a primeira a ser pentacampeã. 

Será que alguém nos alcança?

No fim das contas, a música “O Único Penta é o Brasilzão” é uma aula-relâmpago de história do futebol brasileiro, cantada em tom de festa.

E convenhamos: tem coisa mais brasileira do que aprender história gritando no meio da torcida?

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