Como o iFood está mudando a vida de milhares de pessoas por meio da educação

Meu sonho sempre foi criar uma grande empresa de tecnologia que tivesse impacto positivo na vida de milhares de pessoas. Foi por isso que, anos atrás, deixei Salvador, minha terra, para estudar ciências da computação numa universidade em São Paulo, onde encontrei oportunidade para a graduação pelo ensino público. E a partir de qualificação, dos mestres que contribuíram para a minha formação e dos programas que participei foi implantado o embrião do que viria a se tornar o iFood.

Nesse contexto, educação foi a base para a construção do iFood e está diretamente relacionada à minha trajetória. Não por acaso, acabei de receber o papel de ser porta-voz do Pacto Global da ONU para a ODS 4, que diz respeito à educação inclusiva e de qualidade.

Somos uma empresa brasileira que começou pequena, com o trabalho de duas pessoas e que hoje, depois de muito trabalho e investimento, representa quase 0,5% do PIB nacional. Foi a partir daí que trilhamos um caminho pautado na educação.  

O iFood tem hoje impacto na renda de mais de meio milhão de pessoas, entre parceiros entregadores, restaurantes e funcionários.  Por meio dessa empresa, com capacidade de investimento e muita gente boa, nós podemos contribuir para que o Brasil seja um lugar melhor, especialmente quando fomentamos a educação, área que é prioridade número 1 para o iFood em termos de impacto. 

A gente realmente acredita que as melhores empresas do futuro serão aquelas que causam impacto e se conectam com a sociedade, seja em meio ambiente, educação ou redução de desigualdade. Acreditamos que estas serão as empresas mais inovadoras, que terão as melhores pessoas. Serão as empresas que os clientes irão buscar, que terão modelo de negócios sustentáveis a longo prazo. As companhias que forem demais extrativistas não conseguirão se manter no longo prazo. É isso que prega o “capitalismo consciente”, movimento de que o iFood faz parte e fala sobre beneficiar a sociedade por meio dos negócios (vale ler mais sobre neste site) . Este conceito também é cada vez mais promovido pela Universidade de Harvard – entenda mais sobre esse tema no trabalho da professora Rebecca Henderson. 

Na prática, o iFood usa seu alcance e potencial para apoiar essa ideia, com destaque para o desenvolvimento social por meio da educação. Primeiro favorecendo nosso ecossistema – clientes, estabelecimentos e entregadores – com programas de incentivo à educação. Já são mais de 1,5 milhão de pessoas beneficiadas com nossos projetos de educação e inclusão, como a Elaine Zulato. Ela se tornou entregadora após os 50 anos, depois de muitos “nãos” do mercado de trabalho. Com ajuda do iFood, ela voltou a estudar depois de 30 anos e realizou o sonho de tirar o diploma do ensino médio, abraçando uma das oportunidades dadas a mais de 5 mil pessoas.

Mas o iFood também olha para toda a população. Criamos e destinamos recursos para a Fundação 1BI, que acelera projetos de empreendedores sociais voltados à educação e oferece ferramentas que levam reforço ao currículo do ensino médio para mais de 800 mil alunos e professores brasileiros. Além disso, temos programas de inclusão digital, que criam oportunidades de formação e emprego nessa área. 

Mas tudo isso ainda não é suficiente. Eu acredito que as empresas e seus líderes, trabalhando junto com o Governo e a sociedade civil, priorizando ações ligadas à educação, podem criar iniciativas que trazem o impacto positivo que buscamos para o longo prazo. No iFood, um passo importante foi colocar o tema da educação no mapa estratégico. Hoje, além da área responsável pelos projetos, a empresa se engajou e abraçou a educação nas suas tomadas de decisão.

E por isso eu convido a todos, sejam empresários, organizações, governantes e membros da sociedade a falar e fomentar a educação à sua volta para darmos luz ao tema e fazermos a diferença. E o importante é começar agora para colhermos os frutos num futuro próximo. E para encerrar, vou deixar uma frase do Bill Gates como reflexão: “Sempre superestimamos o impacto do que podemos fazer no próximo ano, mas  subestimamos o impacto que podemos ter nos próximos dez”. Tenho certeza que podemos transformar completamente o Brasil em dez anos através da educação. 

E você? O que pode fazer para contribuir para promover a Educação de Qualidade no Brasil?

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