iFood oferece 1.000 bolsas para curso de programação 

Iniciativa do Potência Tech terá também turmas para mulheres e pessoas negras para curso da Cubos Academy

O iFood vai distribuir mil bolsas para o curso “Programação do Zero”, da Cubos Academy. Voltada para iniciantes na área, a formação terá oito turmas, das quais duas serão destinadas exclusivamente a mulheres e outras duas serão só para pessoas negras.

O curso não exige conhecimento prévio em programação, e vai ensinar desenvolvimento de software back-end ao longo de 30 semanas (mentorias estão incluídas).

Para concorrer às bolsas, é preciso ter idade mínima de 18 anos, ensino médio completo e renda mensal de até 2,5 salários mínimos per capita —e fazer inscrição neste link para participar do processo seletivo e da entrevista.

Por que o iFood investe em educação em tecnologia?

Como uma empresa brasileira, o iFood investe para fortalecer o ecossistema de tecnologia no país. “Se queremos ver o Brasil se tornar uma potência, é inevitável que a gente domine tecnologia”, explica Gustavo Vitti, vice-presidente de pessoas e soluções sustentáveis.

“Então é importante para o país —e para todas as empresas que gostariam de ver um Brasil próspero e menos desigual— que a gente invista no ensino de tecnologia para grupos sub-representados hoje e de baixa renda.” 

A importância da tecnologia para a inclusão social

Essa nova oferta de bolsas é uma das iniciativas do Potência Tech, a plataforma de capacitação criada pelo iFood em 2021 para apoiar a formação de profissionais na área de tecnologia oferecendo cursos e bolsas de estudo nessa área.

O Potência Tech disponibiliza cursos gratuitos, bolsas de estudo e oportunidades profissionais aos grupos que são sub-representados na área de tecnologia, como mulheres, pessoas negras, indígenas, LGBTQIAP+ ou com deficiência, por exemplo.

Até abril de 2023, o programa concedeu 25 mil bolsas de estudo e inseriu 1.900 pessoas no mercado de trabalho. Cerca de 90% dos participantes do Potência Tech vieram de grupos sub-representados, e 70% eram pessoas de baixa renda. 

Esses resultados mostram como a formação em tecnologia é um importante fator de inclusão e ascensão social no Brasil. “Os salários mais altos do mercado de trabalho são e vão continuar sendo em tecnologia por muitos anos”, afirma Vitti. Alguns dados afirmam que, para algumas escolas parceiras nossas, os alunos formados aumentam a renda familiar em até 200%.”

“Levar esse domínio para pessoas de baixa renda é a maior transformação sociodigital que a gente pode causar. Temos uma oportunidade enorme de acelerar esse processo quanto mais empresas se juntarem a esse movimento.”

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